
Com a sua mistura de arquitectura, parques e jardins frondosos, linha costeira de uma beleza arrebatadora e as suas lojas de costureiros famosos, Dublin pulsa de energia enquanto ainda retém um encanto de outras eras.
Uma das cidades mais vibrantes da Europa, Dublin oferece-lhe tudo o que podia desejar de uma cidade: história, cultura e mais “Pubs” do que alguma vez sonhou.
No entanto, ver todas as atracções de Dublin não custa caro, pois pode poupar dinheiro se comprar o Dublin Pass, antes de ir. Saiba tudo em www.dublinpass.com.
Capital da República da Irlanda, em ambas as margens do rio Liffey, na costa oriental. Os vikings fundaram uma colónia na foz do rio no século IX e aí permaneceram até Brian Boru, o rei guerreiro da Irlanda, os ter expulsado depois da Batalha de Clontarf (1014).
Com a sua mistura de arquitectura, parques e jardins frondosos, linha costeira de uma beleza arrebatadora e as suas lojas de costureiros famosos, Dublin pulsa de energia enquanto ainda retém um encanto de outras eras.
Uma das cidades mais vibrantes da Europa, Dublin oferece-lhe tudo o que podia desejar de uma cidade: história, cultura e mais “Pubs” do que alguma vez sonhou.
No entanto, ver todas as atracções de Dublin não custa caro, pois pode poupar dinheiro se comprar o Dublin Pass, antes de ir. Saiba tudo em www.dublinpass.com.
Capital da República da Irlanda, em ambas as margens do rio Liffey, na costa oriental. Os vikings fundaram uma colónia na foz do rio no século IX e aí permaneceram até Brian Boru, o rei guerreiro da Irlanda, os ter expulsado depois da Batalha de Clontarf (1014). Os Normandos fizeram de Dublin base para a conquista da Irlanda em 1170. Nos finais da Idade Média, porém, o território sob o domínio inglês já havia sido reduzido a uma pequena área em volta de Dublin denominada The Pale (a Paliçada).
Dublin é, em ampla medida, uma cidade do período jorgiano. A Mansion House, a residência do Lord Mayor desde 1715, foi o local onde, em 1919, se proclamou a independência do país. A Leinster House, onde se reúne o Dail, ou Parlamento, foi iniciada em 1744. A Custom House (1791) e Four Courts (1786) datam do mesmo período. O Connell Street, uma das artérias mais largas e mais belas da Europa, avança para norte desde o Liffey, passando pelo edifício dos Correios, sede dos insurrectos durante a Revolta da Páscoa de 1916. O Castelo de Dublin, de traça em parte normanda, foi sede da administração britânica da Irlanda durante séculos. Foi restaurado para alojar repartições do Governo. A sul do Liffey, ergue-se a Catedral de S. Patrício, com uma torre do século XIV encimada por uma flecha do século XVIII.
Dublin tem laços preciosos com a literatura. Jonathan Swift (1667-1745), autor das Viagens de Gulliver, nasceu em Hoes Court e foi deão da catedral durante 32 anos, a partir de 1713. O dramaturgo George Bernard Shaw (1856-1950) nasceu em Synge Street, e o escritor Oliver Goldsmith (cerca de 1728-1774) estudou no Trinity College. Nas proximidades, fica Merrion Square, onde nasceu outro dramaturgo, Oscar Wilde (1854-1900). James Joyce (1882-1941), autor de Dubliners e Ulysses, também nasceu da cidade.
Na biblioteca de Trinity College encontram-se o Book of Kells, um livro ilustrado dos Evangelhos do século VIII, e a harpa de Brian Boru, rei irlandês do século XI, que serve de emblema de marca do produto mais famoso de Dublin, a cerveja Guinness, fabricada perto da Estação Hueston, um dos principais terminais ferroviários da cidade. Pela Ponte de Hueston passa a estrada para Phoenix Park, que, com cerca de 7 km², é o maior parque urbano da Europa.
A posição estratégica de Dublin, diante da Grã-Bretanha, o seu porto, aeroporto e rede de estradas fazem dela o ponto fulcral do comércio e indústria irlandeses. Tem indústrias eléctricas, metalúrgicas, alimentares e gráficas e é o maior terminal das ligações de ferry-boats e a porta de entrada no país para a maior parte dos turistas.